Em Gondomar, onde o rio e o fogo se encontram, moldamos a prata há três gerações. Cada peça de Filigrana Leon nasce do silêncio das mãos e do tempo — guardando a tradição portuguesa que o mundo reconhece.
Cada criação nasce de um fio de prata esticado à mão e entrelaçado com paciência — um património vivo da ourivesaria portuguesa.
A filigrana portuguesa não se explica — pratica-se. Estes são os quatro movimentos que repetimos, peça após peça, desde o tempo dos nossos avós.
A prata 925 é fundida e passada pela fieira até se tornar um fio tão fino como um cabelo — por vezes menos de meio milímetro.
Com pinças e alicates, os fios são entrelaçados em motivos geométricos — corações, flores, espirais — que definem a filigrana portuguesa.
As pequenas peças são unidas com solda de prata a alta temperatura. O mestre lê o metal pelo som — sabe quando está pronto.
A peça é polida com escovas de latão e grava a contraste da oficina — a marca Filigrana Leon, em Gondomar, desde 1958.
Um leão de filigrana, feito à mão.
O pendente Leon é o rosto da nossa oficina. Um leão erguido em fio de prata, minuciosamente trançado durante mais de quarenta horas — com a juba modelada em espirais abertos e o olhar fixado numa granada negra.
Embalado numa caixa forrada a veludo preto, com o nosso contraste gravado a ouro. Uma peça para usar — ou para guardar como herança.
Sem máquinas CNC, sem moldes industriais. Só mãos, fogo e paciência.
Herança viva de Gondomar, berço da filigrana portuguesa reconhecida no mundo.
Cada peça traz o contraste da oficina Filigrana Leon e a marca da prata 925.
Embalagem em caixa de veludo preto, com certificado numerado e envio segurado.
A filigrana não é apenas um ofício. É uma forma de silêncio que se transforma em luz — e que passa de mãos em mãos, como uma oração.